Hardware e software: Entenda quais são as diferenças

Por: Letícia Nascimento

Para começar a entender a diferença entre hardware e software, além de saber que os dois trabalham em conjunto para o bom funcionamento do computador, é necessário compreender o que eles são e quais são seus papéis. Então, quais são as diferenças entre eles?

Basicamente, o hardware é a parte física do computador, o que significa que ele representa as peças e tudo que é possível tocar. Alguns itens que compõem o hardware do computador são placa mãe, disco rígido, processadores, placa de vídeo, memória, teclado e mouse.

Já ao software, podemos relacionar todos os programas, sistemas operacionais que possibilitam que o sistema do computador rode adequadamente. Para exemplificar a importância dos softwares, é possível dizer que eles são os responsáveis por responder os comandos necessários para que o hardware funcione. Portanto, eles são, resumidamente, a parte de códigos de cada dispositivo tecnológico. É possível citar como software os sistemas operacionais mais conhecidos e utilizados pelos usuários; como por exemplo o Windows, Linux, Android e iOS. Além disso, também são exemplos de software os navegadores, antivírus e programas de edição de textos/imagens.

Com tudo isso, é possível perceber que hardware e software trabalham juntos e precisam dessa parceria para funcionarem corretamente. Resumindo, assim que o computador é ligado, o software entra em ação para transmitir as instruções que o hardware precisa ativar, para que assim o computador realize corretamente suas tarefas.

Vale ressaltar que, apesar da explicação tornar a diferença entre eles algo simples, na prática tudo isso é possível graças a inúmeros códigos e comandos para que tudo funcione bem.

 

Via: Positivo Servers
Imagem: JESHOOTS.COM/Unsplash

Novo recurso do WhatsApp permite que o usuário envie mensagens para si mesmo

Por: Letícia Nascimento

Um novo recurso, intitulado como “mensagens para você mesmo”, está em teste na versão beta do WhatsApp para Android. A novidade consiste, basicamente, em permitir que o usuário envie mensagens para si mesmo dentro do aplicativo.

Segundo o site WABetaInfo, é importante destacar que sempre foi possível enviar mensagens para seu próprio número, mas que era necessário usar um link para isso. Além disso, a ferramenta em teste irá destacar o bate-papo adicionando “envie uma mensagem para você mesmo” como legenda da conversa.

Reprodução/WABetaInfo

O site ressalta, ainda, que o recurso não traz muitas mudanças além do destaque para a conversa do usuário com seu próprio número de telefone e a legenda diferente. Porém, o WaBetaInfo explica também que é possível que alguns testadores da versão beta notem uma melhor sincronização de mensagens dentro do chat com seu próprio número; o que significa que as mensagens enviadas dentro da conversa com seu próprio número de telefone estarão sempre sincronizadas com os outros dispositivos vinculados, já que ele é um recurso compatível com o uso de vários dispositivos.

Além disso, em uma atualização futura, a conversa com o próprio número de telefone deve ficar disponível na lista de contatos do usuário, facilitando o acesso ao próprio bate-papo.

A novidade está disponível apenas para alguns testadores beta no momento, mas deve ser lançada para mais usuários nos próximos dias.

 

Via: WABetaInfo
Imagem: Pixabay

Reuniões do Zoom e do Google Meet poderão ser acessadas pelas duas plataformas

O Google anunciou que agora haverá uma integração ente o Zoom e o Meet para permitir o acesso a reuniões por qualquer uma das duas plataformas. O recurso, chamado de interoperabilidade bidirecional, ficará disponível ainda neste ano e não deve trazer custos adicionais.

As videoconferências poderão ser iniciadas diretamente pelo calendário ou através do código da reunião. Isso deve agradar principalmente empresas, tendo em vista que os administradores poderão habilitar o recurso para todos os dispositivos registrados na organização e liberar para dispositivos confiáveis, de fora da empresa, a ingressarem sem pedir permissão.

Nessa fase de lançamento, apenas os dispositivos Meet baseados no ChromeOS serão compatíveis com a novidade; porém, a empresa tem planos de em breve adicionar suporte para outros produtos. Enquanto isso, todas as salas do Zoom em qualquer plataforma serão compatíveis com a interoperabilidade com o Meet desde o lançamento.

 

Via: TudoCelular
Imagem: Montagem/CIDAC

ABNT cria nova norma de acessibilidade para aplicativos mobile

Em parceria com o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e colaboração de mais de 90 especialistas no assunto, a ABNT lançou nessa quarta-feira (26) a NBR 17060. O objetivo dessa norma técnica é trazer acessibilidade para aplicativos, tendo em vista que se estima que no Brasil existem mais de 17 milhões de pessoas com alguma deficiência.

A nova norma abrange aplicativos nativos do Android e iOS, além de aplicativos da web e sites mobile. Para deixá-los acessíveis e auxiliar no cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015), a norma foi feita para ampliar a acessibilidade de pessoas sem visão; com visão limitada; sem percepção de cor; sem audição; com audição limitada; sem fala; com manipulação ou forças limitadas; alcance limitado; epilepsia fotossensível; cognição limitada.

O que a nova norma de acessibilidade prevê

A NBR 17060 é composta por 54 requisitos e recomendações, que são divididos em quatro grupos: Percepção e compreensão; controle e interação; mídia; codificação.

Esses requisitos envolvem elementos não textuais, legendas, interação por toque, distinção de sons, entre outros. Há ainda, por exemplo, regulamentação sobre descrições de botões, além do tamanho da área de toque do dispositivo.

“O cumprimento desses requisitos permite que pessoas com limitação de enxergar, ouvir, falar, se mover ou compreender possam ter uma experiência digital amigável, com segurança e autonomia, como se espera de sociedade digital em constante evolução”, comentou Mario William Esper, presidente da ABNT, segundo o Mobile Time.

 

Via: Canaltech
Imagem: Dean Moriarty/Pixabay 

WhatsApp começa a liberar legendas em mídias encaminhadas

O novo recurso que permite adicionar legendas em mídias encaminhadas no WhatsApp começou a ser liberado na versão beta 2.22.23.15 do aplicativo para Android. Encontrada em desenvolvimento há pouco mais de uma semana, a ferramenta possibilita que os usuários adicionem legenda em fotos, vídeos e documentos encaminhados em conversas no aplicativo.

Essa ferramenta irá trazer uma pequena mudança ao aplicativo, mas ela pode ser uma boa novidade para quem precisa encaminhar mídias e adicionar informações adicionais na legenda; fazendo com que a mídia encaminhada possa ser facilmente procurada depois na conversa, por exemplo.

Reprodução/WaBetaInfo

Segundo o site WABetaInfo, para saber se o recurso já está disponível, basta que o usuário encaminhe uma mídia e note se é possível adicionar uma legenda. Caso ainda não apareça, é possível que o recurso fique disponível para mais testadores nas próximas semanas.

Por enquanto, a atualização está disponível apenas para alguns testadores do WhatsApp para Android, mas em breve ela deve ficar disponível também para o iOS.

 

Via: WABetaInfo
Imagem: Dima Solomin/Unsplash

Microsoft unifica aplicativo do OneNote com versão para Windows 10

A Microsoft irá substituir o aplicativo OneNote para Windows 10 por uma nova versão unificada, baseada no aplicativo de desktop clássico. A empresa anunciou que não é mais possível encontrar o OneNote para Windows 10 na Microsoft Store e, em vez disso, agora estará disponível para download apenas o novo aplicativo.

Ainda não é o fim do suporte para essa versão para o Windows 10. A listagem do aplicativo ainda existe, mas é preciso um link direto para baixá-lo. O aplicativo em si também tem suporte até outubro de 2025, mas não receberá novos recursos, pois o foco estará no novo aplicativo unificado. O usuário também receberá uma solicitação para mudar para o novo aplicativo, para assim obter a melhor experiência.

A Microsoft anunciou planos para fazer um aplicativo OneNote unificado há mais de um ano e disse que seria baseado no aplicativo de desktop OneNote clássico, que vem com o Microsoft 365. Ao longo do ano passado, o design do aplicativo clássico foi modernizado e novos recursos foram adicionados, portanto, a experiência deve parecer muito mais próxima do aplicativo UWP agora. Os novos recursos incluem ditado, conversão de tinta para forma e muito mais.

Reprodução/Microsoft/XDA Developers

Com a atualização do Windows 11 2022, a Microsoft também integrou o OneNote mais de perto com as canetas ativas. Agora, basta pressionar o botão na parte superior da Caneta para Surface (e outras canetas que tenham um botão) para começar a escrever uma nota rápida sem iniciar o aplicativo OneNote completo.

O novo aplicativo OneNote está disponível para download de algumas maneiras diferentes. É possível baixá-lo de forma independente no site da Microsoft e também está incluído no Microsoft 365, mas agora também ele está disponível  na Microsoft Store. Para quem ainda prefere o aplicativo OneNote para Windows 10, pode baixá-lo aqui.

 

Via: XDA Developers
Imagem: Reprodução/Microsoft

Médicos brasileiros criam aplicativo que auxilia no diagnóstico da endometriose

Um grupo de médicos brasileiros desenvolveu um aplicativo, intitulado como Endolife, que pode ajudar no diagnóstico precoce da endometriose.

Segundo o site TecMundo, a companhia emitiu em nota que o aplicativo usa algoritmos para ajudar as mulheres brasileiras a realizarem autoavaliações, que podem auxiliar no diagnóstico precoce. Em caso afirmativo, o Endolife indica, é claro, que é necessário buscar ajuda médica.

Além de auxiliar no diagnóstico, o aplicativo também promete ajudar as usuárias durante o ciclo da doença, oferecendo recursos como acompanhamento do ciclo menstrual, orientações durante crises, cuidados nos casos de cirurgia, indicações de profissionais, relatórios clínicos e orientações de uma equipe de diversos profissionais.

Por enquanto, o aplicativo está disponível apenas em português, mas a companhia já está trabalhando para trazê-lo também em inglês e espanhol. O Endolife pode ser baixado para Android e também para iOS.

 

Via: TecMundo
Imagem: Reprodução/Endolife

Google Workspace Individual passará a oferecer 1TB de armazenamento

Nessa terça-feira (25), o Google anunciou que todos os assinantes individuais do Workspace irão ganhar mais espaço de armazenamento. O limite de armazenamento, que antes era de 15 GB, passará a ser de 1 TB.

Segundo o Google, essa atualização do Workspace individual acontecerá de maneira automática, sem que seja necessário que o usuário faça algo para isso. Apesar de a implementação da novidade ser gradual, todas as contas já existentes serão atendidas.

“Você não precisa mover um dedo sequer para ter o upgrade de armazenamento: todas as contas serão atualizadas automaticamente de 15 GB de armazenamento existentes para 1 TB”, disse a empresa em um comunicado.

Tendo sido lançado em 2021, o Workspace Individual está disponível no Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Japão, Austrália, França, Itália, Espanha, Alemanha, Reino Unido e Suíça. Além disso, o anúncio informou também que o plano será lançado nas seguintes regiões: Filipinas, Vietnã, Indonésia, Malásia, Taiwan, Tailândia, Holanda, Portugal, Bélgica, Finlândia, Grécia e Argentina.

 

Via: TecMundo
Imagem: Pawel Czerwinski/Unsplash

Duolingo Math: Novo aplicativo que ensina matemática é lançado para iOS

Nesta quarta-feira (26), o Duolingo lançou o Duolingo Math, um novo aplicativo da plataforma que tem o objetivo de ensinar matemática. Semelhante à plataforma de idiomas, o novo app deve trazer questões básicas com a ajuda de exercícios curtos e interativos.

Estarão disponíveis no aplicativo duas modalidades, o curso básico e o Brain Training. No curso básico são ensinados conceitos como multiplicação, divisão, decimais, área e perímetro, geometria, frações e medição. Já o modo Brain Training é voltado para adultos e abrange os mesmos conteúdos, porém com um nível maior de dificuldade.

Segundo o site TecMundo, O Dulingo afirma que todos os exercícios apresentados no aplicativo são projetados para ensinar com “incorporação”. Isso significa que os alunos devem interagir com o problema matemático para entender a relação entre os números e o espaço que eles ocupam.

O novo aplicativo foi lançado oficialmente hoje no mundo inteiro, mas por enquanto está disponível apenas na versão para iOS.

 

Via: TecMundo
Imagem: Divulgação/Duolingo

Cientistas criam algoritmo capaz de “ler” o pensamento das pessoas através de escaneamento cerebral

Cientistas criaram algoritmo capaz de “decodificar” os pensamentos das pessoas sem tocar em suas cabeças. A novidade foi divulgada pelo portal The Scientist.

As técnicas anteriores de leitura da mente dependiam da implantação de eletrodos nas profundezas do cérebro. O novo método, descrito em relatório publicado em 29 de setembro no banco de dados de pré-impressão bioRxiv, baseia-se em técnica de varredura cerebral não invasiva, chamada de ressonância magnética funcional (fMRI).

A fMRI rastreia o fluxo de sangue oxigenado através do cérebro e, como as células cerebrais ativas precisam de mais energia e oxigênio, essa informação fornece medida indireta da atividade cerebral.

Por sua natureza, esse método de varredura não pode capturar a atividade cerebral em tempo real, uma vez que os sinais elétricos liberados pelas células cerebrais se movem muito mais rapidamente do que o sangue se move pelo cérebro.

Mas os autores do estudo descobriram que ainda podem usar essa medida de imperfeita para decodificar o significado semântico dos pensamentos das pessoas, embora não pudessem produzir traduções palavra por palavra.

“Se você tivesse perguntado a qualquer neurocientista cognitivo do mundo há 20 anos se isso era factível, eles teriam rido de você”, disse o autor principal do artigo, Alexander Huth, neurocientista da Universidade do Texas em Austin, no Texas, EUA, disse ao The Scientist.

Para o novo estudo, que ainda não foi revisado por demais pesquisadores, a equipe escaneou os cérebros de uma mulher e de dois homens na faixa dos 20 e 30 anos.

Cada participante ouviu 16 horas totais de diferentes podcasts e programas de rádio em várias sessões no scanner. A equipe então alimentou essas varreduras em um algoritmo de computador que eles chamaram de “decodificador”, que comparou padrões no áudio com padrões na atividade cerebral gravada.

O algoritmo poderia então fazer uma gravação de fMRI e gerar uma história com base em seu conteúdo. Essa história corresponderia ao enredo original do podcast ou programa de rádio “muito bem”, disse Huth ao The Scientist.

Em outras palavras, o decodificador poderia inferir qual história cada participante ouviu com base em sua atividade cerebral. Dito isso, o algoritmo cometeu alguns erros, como trocar os pronomes dos personagens e o uso da primeira e da terceira pessoa. “Ele sabe o que está acontecendo com bastante precisão, mas não sabe quem está fazendo as coisas”, disse Huth.

Em testes adicionais, o algoritmo conseguiu explicar com bastante precisão o enredo de um filme mudo que os participantes assistiram no scanner. Poderia até recontar uma história que os participantes imaginavam contar em suas cabeças.

A longo prazo, a equipe de pesquisa pretende desenvolver essa tecnologia para que possa ser usada em interfaces cérebro-computador projetadas para pessoas que não sabem falar ou digitar.

 

Via: Olhar Digital
Imagem: Milad Fakurian/Unsplash